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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Eu e o frio
Lembro me da primeira vez que o conheci,
Morava bem longe daqui!
Naquele tempo eu ainda não passara dos onze anos,
E neste breve tempo de vida, ainda não o conhecia.
Mas neste ano de noventa e oito ele chegara tão ao norte
Que ele nos achara.
Neste dia sentia aquela brisa forte que em meu rosto chegara,
Em meu corpo sentira a forte necessidade de me cobrir com mais roupas
Logo eu, no qual nunca havia sentido necessidade de deixar a roupa diária
Que naquele tempo era simples e completa,
Uma breve bermuda singela.
No instante que o conheci senti a vontade de o ter lo em minha vida,
Pensei comigo como seria tão bom te lo sempre.
Não pensava que o nobre destino já estava a trabalhar,
Impor seus desígnios.
Dois anos após conhece lo nos mudamos para o sudeste,
Saindo do extremo norte e descendo para o sudeste.
Nesta época a cidade escolhida por nós ainda era mais fria,
O calor não se impunha com tanta força,
O que deixavam minhas caminhadas mais felizes,
Mesmo que não época eu estivesse sozinho a caminhar.
De acordo com o frio passara eu era empurrada para mudar me mais ao sul.
Hoje me deleite a caminhar de short e camiseta
Em uma agradável temperatura que se aproxima va de uma casa decimal
Feliz do destino que se aplica
E a nós que podemos segui lo,
Ele sempre age ao nosso redor,
As vezes somos tão tapados por medos
E poréns que não sentimos sua brisa,
Seu querer para nós...