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sábado, 1 de abril de 2017

Meritos

Sou como uma folha branca cheia de óleo
No qual nada se rabisca, só desliza
Nada muda minhas linhas
A não ser que eu me seque e me deixe reescrever
O dito pelo não dito , permaneço
No meu contexto
As vezes deixo pensar que estou a me reescrever
Mas é mera oleosidade impregnando um pouco de aparência
Para ver a suavidade de sua existência
Ver os méritos para que mereça ou não a minha permanência
E a sua escrita na minha
Verdades aparentes
Nem sempre são as existentes
A paralelos geográficos e tangentes
Que as vezes parecem intangíveis
Tudo um contexto emaranhado
De caracteres insolúveis
Difícil as vezes pensar fácil
Mais fácil e pensar e calcular todas as possibilidades
Pois tu sabe o quanto o mentalizar e viver algo intangível e perigoso
Então uma mente inteligente
E aquela que se mura de possibilidades
As vive e as vezes só as vive
Sem crerr mais quer viver os momentos
Pois momentos as vezes são tudo
Mesmo que tu saiba que para o outro não diz nada
Quer caminhar e ver meu sol azul,
Venha ...Mais não reclame se no meio do caminho as cores se fundirem
Pois a perfeição é inexistente e o momento
As vezes e ausente, não precisa de medida ou certeza
E sim do momento presente
Pois um segundo se está é no outro se foi.