Certa vez em uma viagem ao interior, mais uma de tantas que faço. Estava em um lugar bem fechado, longe e afastado. Não via ninguém e ninguém me via, em uma noite sem consolo de quem queria, acabei por encontrar um mago e ele me dizia que a tempos era minha companhia ou que me conhecia, via vista minha historia em segundos quando olhei em seus olhos.
O grande mago me perguntara o que levara eu a estar em um lugar tão profundo e afastado, quando todos querem milhares de pessoas ao lado ou algumas para descontrair.
E eu me sentido o cara, disse que queria me afastar. Achava eu que naquela hora não precisara de ninguém e que sozinho o mundo poderia enfrentar.
O grande mestre em meus olhos olhou novamente e me perguntou o que eu estava a ver quando olhava para dentro de sua alma. E eu mais uma vez disse sem pensar e disse que para eu não era nada, que era um simples olhar, meio remelento sem muito a acrescentar.
Nesta hora a braveza dele me trouxe um espanto repentino um desconsolo. O mestre neste momento começara a me jogar palavras fortes e se aprofundar em meu peito vazio de sofrimento.
Suas palavras marcaram, disse-me: - “não adianta a grandeza exterior e o ar de rancor,que se destaque na multidão e que chama a muitos a atenção, você neste seu egoísmo crescente que se afasta de toda a sua gente, de seus amigos, pais e demais parentes.
Tu és um pobre coitado que espera o que deverias dar, a tua busca interior nunca lhe acrescentara nada se para dentro de teu umbigo não olhardes e verdes que o erro não esta no próximo que não te encanta e sim em tia que a todos espanta. Se ninguém te queres ou se esta sozinho pelo fato de te deixarem é pelo mesmo motivo de você não os ter procurado. A tua ilusão lhe atrapalha os olhos, o teu medo te afasta do caminho, a tua luz não esta apagada e sim você deixara em stand by ficas ai a espera de um milagre esperando o amor que não passa o calor que não vem, experimente sair do seu circulo e olhar muito mais alem. Nunca julgues nunca brigues. Se tu julgas da ênfase para te julgarem, se tu ouvirdes alguém lhe julgar, não dias nada ou apenas digas amem e obrigado, pois este pode ser um erro teu ou apenas uma visão que alguém tem de ti, nada que mudara sua vida radicalmente. Com tudo pense se tu estiveres a errar, se tu cometes este erro o arrumo enquanto a tempo. Pois, viver na solidão, viver sem um irmão é o mesmo que estar morto em seu caixão.”
Palavras profundas de um velho mestre, depois destas palavras despertei de meu sono, e vi que viagem ao meu interior era muito maior que todo o meu rancor, de que adiantas brigar pela bala, brigar por uma jogada e correr o risco de perder alguém tão importante que te aceita que te venera. A paz que eu procurava encontrei onde menos esperava, encontrei em meu peito, encontrei no meu interior.
A busca constante em arrumar ou ajudar nos erros dos outros nos prejudica em encontrar nossos próprios erros, vivemos do jeito que queremos e devemos respeitar o próximo, pois, posso acreditar que aquela pessoa não preste, mas sei que nunca a dei a oportunidade de demonstrar seu valor, sempre a tratei com rancor.
Irmãos não devem brigar, quer dizer a briga é importante, pois para muitos só assim se enxerga os erros e todos os anseios. Se teu vizinho tem o lençol sujo quando você olha pela janela, se sempre pensa a mesma coisa quando ele estende aqueles lençóis brancos que brancos na realidade nunca estão, experimentes antes de ofende-lo ou fazer comentários sórdidos, de olhar em sua janela e ver o quanto suja e embaçada de gordura ela anda. Olhe para si antes de olhardes para o próximo com desprezo.
O grande mago me perguntara o que levara eu a estar em um lugar tão profundo e afastado, quando todos querem milhares de pessoas ao lado ou algumas para descontrair.
E eu me sentido o cara, disse que queria me afastar. Achava eu que naquela hora não precisara de ninguém e que sozinho o mundo poderia enfrentar.
O grande mestre em meus olhos olhou novamente e me perguntou o que eu estava a ver quando olhava para dentro de sua alma. E eu mais uma vez disse sem pensar e disse que para eu não era nada, que era um simples olhar, meio remelento sem muito a acrescentar.
Nesta hora a braveza dele me trouxe um espanto repentino um desconsolo. O mestre neste momento começara a me jogar palavras fortes e se aprofundar em meu peito vazio de sofrimento.
Suas palavras marcaram, disse-me: - “não adianta a grandeza exterior e o ar de rancor,que se destaque na multidão e que chama a muitos a atenção, você neste seu egoísmo crescente que se afasta de toda a sua gente, de seus amigos, pais e demais parentes.
Tu és um pobre coitado que espera o que deverias dar, a tua busca interior nunca lhe acrescentara nada se para dentro de teu umbigo não olhardes e verdes que o erro não esta no próximo que não te encanta e sim em tia que a todos espanta. Se ninguém te queres ou se esta sozinho pelo fato de te deixarem é pelo mesmo motivo de você não os ter procurado. A tua ilusão lhe atrapalha os olhos, o teu medo te afasta do caminho, a tua luz não esta apagada e sim você deixara em stand by ficas ai a espera de um milagre esperando o amor que não passa o calor que não vem, experimente sair do seu circulo e olhar muito mais alem. Nunca julgues nunca brigues. Se tu julgas da ênfase para te julgarem, se tu ouvirdes alguém lhe julgar, não dias nada ou apenas digas amem e obrigado, pois este pode ser um erro teu ou apenas uma visão que alguém tem de ti, nada que mudara sua vida radicalmente. Com tudo pense se tu estiveres a errar, se tu cometes este erro o arrumo enquanto a tempo. Pois, viver na solidão, viver sem um irmão é o mesmo que estar morto em seu caixão.”
Palavras profundas de um velho mestre, depois destas palavras despertei de meu sono, e vi que viagem ao meu interior era muito maior que todo o meu rancor, de que adiantas brigar pela bala, brigar por uma jogada e correr o risco de perder alguém tão importante que te aceita que te venera. A paz que eu procurava encontrei onde menos esperava, encontrei em meu peito, encontrei no meu interior.
A busca constante em arrumar ou ajudar nos erros dos outros nos prejudica em encontrar nossos próprios erros, vivemos do jeito que queremos e devemos respeitar o próximo, pois, posso acreditar que aquela pessoa não preste, mas sei que nunca a dei a oportunidade de demonstrar seu valor, sempre a tratei com rancor.
Irmãos não devem brigar, quer dizer a briga é importante, pois para muitos só assim se enxerga os erros e todos os anseios. Se teu vizinho tem o lençol sujo quando você olha pela janela, se sempre pensa a mesma coisa quando ele estende aqueles lençóis brancos que brancos na realidade nunca estão, experimentes antes de ofende-lo ou fazer comentários sórdidos, de olhar em sua janela e ver o quanto suja e embaçada de gordura ela anda. Olhe para si antes de olhardes para o próximo com desprezo.
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me ajuda a me aperfeiçoar.obrigado