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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Raiva de quê?

Queria eu poder ter raiva dos momentos
Saber por a culpa dos meus erros em outro
Ou nas coisas
Não saber e não julgar que meus erros são úteis
Que na vida precisamos deles,
Talvez assim eu saberia brigar, lutar sem aceitar
Não apenas diria que aconteceu pelo fato que deveria acontecer
Não julgaria a morte como um simples ato de morrer
O cumprimento da missão de outro, pois isto não alimenta o coração que chora
O coração que quer aquela alegria,
Ou até mesmo o coração que ama aquela braveza do outro que se foi.
A como seria ótimo ficar enlouquecido e cantar palavrões ao mundo
Fazer com que o mundo saiba dos meus problemas,
Pois, acho que talvez isto deve alegrar aqueles que berram aos quatro ventos
Eu não sei de nada
Não sei se a felicidade esta no fato de eu ser feliz do jeito que sou
Só na paz e no amor
As vezes discussões, mas estas só pela alegria de tirar a concentração da pessoa amada
E quando esta não se tem mais, pega-se no pé de qualquer outro que apareça
A mais mesmo assim acho que seria bom ser um pouco ruim,
Reclamar para todos, e as vezes até agredir
Esta é outra coisa que me falta
As vezes saber dar umas belas bolachas
Sem motivo, só pelo fato de alguém lhe entortar a cara
Ou apenas lhe dar risada.
A felicidade de uns não me pega
Acho que sempre serei este covarde sem alma
Sem alma vingativa, sem a alma que briga
Mas devo ser feliz assim e desta forma seguirei minha vida
Adeus e até breve, raiva maldita.

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